

A Odisseia homérica é, a seguir à Bíblia, o livro que mais influência terá exercido, ao longo dos tempos, no imaginário ocidental. Esta tradução da Odisseia visa colmatar uma lacuna evidente: a inexistência, em português actual, de uma tradução vertida do grego, em verso e com a máxima fidelidade ao original, que devolva ao leitor o prazer do texto homérico.
Frederico Lourenço é romancista e docente da Faculdade de Letras de Lisboa, onde se tem dedicado especialmente à leccionação da língua grega. É autor de traduções de Eurípedes (Hipólito e Íon) e de Grécia Revisitada: Ensaios sobre Cultura Grega. A tradução em verso da Odisseia recebeu o Prémio D. Dinis da Casa de Mateus.
“Poema épico atribuído, como a Ilíada, a Homero, em 24 cantos. Conta a viagem de Ulisses (Odysseus), depois da tomada de Tróia, e o regresso do herói ao seu reino da Ítaca. Um dos mais belos fragmentos da Odisseia é o episódio de Nausica, quadro grandioso dos costumes primitivos. As suas longas e interessantes narrações de viagem, a as suas aventuras maravilhosas, os seus numerosos episódios em que se revela o perfeito conhecimento do coração humano dão à Odisseia mais variedade e encanto do que os que possui a Ilíada. Estas duas epopeias oferecem em resumo a imagem da alma grega” (Dicionário Prático Ilustrado – Lello).
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